domingo, 24 de agosto de 2014






REDE MUNICIPAL DE PETRÓPOLIS

DIA 27 DE AGOSTO 4ª FEIRA

ASSEMBLEIA ÀS 14H

PRAÇA DA INCONFIDÊNCIA

( AO LADO DA RODOVIÁRIA DO CENTRO )
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segunda-feira, 18 de agosto de 2014

SEJA UM REPRESENTANTE DO SEPE EM SUA UNIDADE ESCOLAR


NOS MESES DE AGOSTO E SETEMBRO ESTAREMOS PASSANDO NAS ESCOLAS E CEIS DA REDE MUNICIPAL E NAS ESCOLAS DA REDE ESTADUAL RECOLHENDO AS ATAS DISTRIBUÍDAS NAS VISITAS ANTERIORES. QUEM NÃO RECEBEU O MODELO DE ATA BASTA IMPRIMIR E PREENCHER NAS ESCOLAS. JUNTOS SOMOS FORTES !
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SAÚDE DO TRABALHADOR

NO SÁBADO, DIA 23 DE AGOSTO, O SEPE PETRÓPOLIS REALIZARÁ UM SEMINÁRIO SOBRE O TEMA SAÚDE DO TRABALHADOR. 
OS PALESTRANTES SÃO PESQUISADORES DA FIOCRUZ.
HOJE, EM NOSSO MUNICÍPIO, CADA VEZ MAIS PROFISSIONAIS DA EDUCAÇÃO ESTÃO ADOECENDO EM SERVIÇO. PROFESSORE E FUNCIONÁRIOS DESENVOLVENDO DOENÇAS LIGADAS AO NOSSO SERVIÇO. PRECISAMOS DESENVOLVER UM PROGRAMA DE PREVENÇÃO DE DOENÇAS FUNCIONAIS E TAMBÉM DEBATER A POLÍTICA DE SAÚDE DO TRABALHADOR EM PETRÓPOLIS.
PARTICIPE !  DIVULGUE !

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quinta-feira, 14 de agosto de 2014

semana 30 horas 18 a 22 de agosto de 2014

Nos funcionários públicos da educação não queremos ficar sem exercer nossos deveres, porem queremos ser respeitados em nossos direitos.Somos favoráveis as melhorias, e queremos um olhar mais humano da administração.Queremos mais  qualidade de vida. Os profissionais da educação  em função de apoio administrativo estão  sobrecarregados isso  é visível e comprovado. Estamos adoecendo no serviço. Pelo grande numero de atestados, desvios de função ,  pedidos  de exoneração voluntários, readaptações,podemos medir o que está acontecendo com nossa categoria. Não somos “malandros”  , queremos qualidade no serviço que prestamos. A carga horária de 40 horas é nociva à saúde do trabalhador.
Hoje somos vitimas desta realidade em nosso município. Esta realidade somente quem sabe e se identifica somos nós :  merendeiras, zeladores, auxiliares de serviços gerais, secretários, educadores de educação infantil,auxiliares de secretaria, inspetores de disciplina, nós que estamos com a mão na massa, atuando todos os dias diretamente com os alunos nas escolas e nos Ceis. A vida útil do profissional da educação fica cada dia mais curta.,As mudanças não levam em conta vida saudável e útil do trabalhador da educação.Abaixo a sobrecarga,a dupla função a humilhação e os improvisos.
Por tudo isso exigimos a redução de carga horária de 40 horas  para 30 horas  já!
Na semana de 18 a 22 de agosto estaremos fazendo um protesto de forma organizada e pacífica. Como foi aprovado em assembleia da categoria vamos fazer um teste, uma experiência para mostrar que é possível trabalhar 30 horas e manter a qualidade dos serviços prestados a comunidade escolar. Na SEMANA 30 HORAS, NÃO ACEITAREMOS NENHUM TIPO DE ASSÉDIO MORAL POR PARTE DAS CHEFIAS !  Nas turmas em que não há funcionários suficientes, iremos garantir o bom funcionamento e nenhuma criança ficará sem atendimento. Os problemas de falta de funcionários já ocorrem por  muito tempo. O problema em algumas unidades é falta de pessoal suficiente para o funcionamento. O governo terá que chamar os concursados e dividir melhor os funcionários nas unidades escolares. Não venham culpar os funcionários pela precariedade das condições de trabalho.
Orientamos todos os funcionários a não assinarem nenhum tipo de declaração ou ata sem o conhecimento do sindicato nesses dias.Diretor de escola não é patrão, é nosso colega de trabalho e em sua grande maioria sabem as dificuldades que enfrentamos todos os dias na rotina das escolas e Ceis. Nossa luta é justa !
JUNTOS SOMOS REALMENTE MAIS FORTES !!
A direção do Sepe Petrópolis estará disponível para acompanhar qualquer ocorrência nas escolas e nos CEis. Qualquer dúvida, entre em contato pelos telefones 2231 4575 , 988242474, 98816 8392. Ou pelo email sepepetropolis@gmail.com, sepetropolis@gmail.com .


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domingo, 20 de julho de 2014

ENCONTRO NACIONAL DE EDUCAÇÃO



Rumo à Construção de um Novo Ponto de Partida para as Lutas em Defesa da Escola Pública!

As entidades signatárias da Convocatória do Encontro Nacional de Educação(ENE) se dirigem ao conjunto dos sindicatos, movimentos sociais, entidades acadêmicas, movimentos estudantis e partidos, comprometidos com a causa da educação pública, gratuita, laica, universal, unitária, livre de qualquer forma de opressão, conclamando a construção do ENE, objetivando criar um novo ponto de partida para a unificação das lutas em defesa da educação pública.

A conjuntura educacional dos anos 2000 foi marcada pela ação organizada do capital, reunido na coalizão de frações das classes dominantes “Todos pela Educação” e, ainda, pelo controle crescente das instituições educacionais pelo setor financeiro, por meio dos fundos de investimentos. Tal quadro exige uma profunda reavaliação das formas organizativas das lutas em defesa da educação pública construídas pelo Fórum Nacional em Defesa da Escola Pública (FNDEP) desde a Constituinte de 1987. A necessidade de repensar a organização se deve à ruptura dos consensos que, até então, orientaram a unidade de ação do FNDEP, como a defesa da exclusividade das verbas públicas para a educação pública, mas, também, em virtude do tipo de ação dos setores dominantes, muito mais ampla, orgânica e articulada.

A política de diversos sindicatos e entidades acadêmicas levou à descaracterização dos princípios e das tarefas que nortearam a criação do FNDEP e a sua transformação em organismo de apoio às políticas governamentais, assim como a indiferenciação entre o público e o privado. Tais setores legitimaram a política dos governos Lula da Silva e Dilma Rousseff a encaminhar, com resistências restritas principalmente à esquerda, um projeto de PNEque excluiu o “público” das verbas educacionais (os recursos passam a ser indistintamente para as instituições públicas e as organizações privadas) e das metas de expansão das matrículas, agora não mais públicas, mas “gratuitas” para o cliente. Em favor das corporações, o PNE governamental estabelece que a melhor forma de democratizar a educação se dá pela aquisição de vagas no mercado educacional (FIES, PROUNI, BNDES). Soma-se a isto, a situação no ensino médio, em que o PRONATEC também se configura numa forma de transferência de recursos públicos para a iniciativa privada. 

Outra mudança estrutural na correlação de forças advém da magnitude do capital no cotidiano da educação brasileira que se expressa, por exemplo, na monopolização da educação superior privada, empreendida pelo capital financeiro e o crescimento do setor privado na educação básica, que se dá em duas formas: pelo aumento do nº de escolas privadas e pelo atravessamento das fundações empresarias e das organizações não governamentais na escola pública. 

A ofensiva do capital na educação objetiva simultaneamente abrir uma nova fronteira de acumulação e difundir determinada educação precarizada para a classe trabalhadora, formação que, a rigor, expropria o conjunto da juventude da classe trabalhadora dos conhecimentos científicos, tecnológicos, filosóficos, artísticos, históricos, em favor de uma socialização compatível com os processos de exploração do capital.
Contra essa ofensiva do capital, aplicada pelos governos federal, estadual e municipal, os trabalhadores da educação e os estudantes vêm se mobilizando há tempo em todo país. Exemplo disso foram as greves do setor do ensino básico que ocorreram praticamente na maioria dos estados e municípios a partir de 2010. A grande greve da educação federal unificando docentes, estudantes e técnicos administrativos em 2012 é outra expressão dessa resistência. Também as poderosas manifestações de junho de 2013, que naquele momento colocaram os diferentes governos na defensiva, foram manifestações fundamentais da luta pela defesa de uma educação de qualidade ao lado de outras reivindicações importantes, como transporte, saúde. 

Não basta apenas a participação dos movimentos sindical, estudantil e das entidades acadêmicas da área educacional. Esses setores são imprescindíveis, mas não poderão reverter, por si sós, a ofensiva do capital sobre a educação. Outras frações da classe trabalhadora precisam se somar às lutas em defesa da educação pública. O ENE é, por isso, uma convocatória para o conjunto da classe trabalhadora. Todas as iniciativas auto-organizadas de sindicatos, movimentos sociais e comitês por local de trabalho, seja da educação básica, seja da superior, seja de iniciativas de formação politica e de educação popular, protagonizadas pelos movimentos são bem-vindas! O ENE é um espaço aberto voltado para a luta em prol da educação pública e que pretende reunir todas as iniciativas que concordem com os seus princípios unificadores. 

Recomendamos que os coletivos possam se organizar por estado e, se pertinente, em âmbito municipal, por meio de plenárias e iniciativas coletivas organizadas sempre de modo horizontal. Em função de suas características, a metodologia deve buscar a construção de consensos. Nacionalmente, a organização da unidade de ação deve incorporar todas as entidades, movimentos sociais, coletivos nacionais e regionais comprometidas com a construção da reorganização nacional das lutas.
Uma das primeiras frentes de luta do ENE é contrapor-se ao PNE nos termos em que o mesmo foi aprovado no Senado e, até o momento, de sua redação na Câmara dos Deputados. O Plano Nacional de Educação do decênio 2011-2020 (PL 8.035/10), distintamente da expectativa dos muitos participantes da CONAE, incorporou somente a agenda dos empresários organizados em torno do “Todos pela educação”, dos sindicatos patronais (Sistema S), das corporações que atuam nos serviços educacionais e dos grupos financeiros que estão monopolizando a educação superior privada e a produção de materiais pedagógicos. Objetivamente, a tentativa de criar um Plano de conciliação entre a escola pública e os setores privatistas com ganhos pontuais para a educação pública se revelou irrealizável. 
Avaliamos que a construção do plano, por meio de visitas de convencimento a parlamentares, é incapaz de reverter os ataques estruturais à educação pública. O ENE deverá elaborar um consistente plano de lutas para enfrentar, em outro patamar, as inciativas que degradam a escola pública, aviltam os salários e impedem a universalização do direito à educação pública em todos os níveis.

O desafio de formação integral da classe trabalhadora requer o resgate do que orientou em 1997 a elaboração do PNE: Proposta da Sociedade Brasileira, entre os quais: garantia de que o Estado assegure as condições para a universalização da educação pública em todos os níveis; condições dignas de trabalho (carreira, salários, infraestrutura) e estudo (por meio de vigorosas políticas de assistência estudantil em todos os níveis da educação); 10% do PIB exclusivamente para a Educação Pública; a defesa intransigente da educação pública, gratuita, laica, democrática em todos os níveis, como direito social universal, patrimônio histórico-social da humanidade e dever do estado; organização de um sistema nacional de educação que articule e garanta o cumprimento das responsabilidades educacionais dos diferentes entes federados; combater todas as formas de mercantilização, em especial as operacionalizadas por meio de parcerias público-privadas; controle social sobre a educação privada como concessão do poder público, e a gestão democrática das instituições e sistemas educacionais.

O ENE conclama os movimentos a fortalecer a luta pelo controle social da educação pública. Recusamos o propósito do capital de conferir ao Estado o papel de educador. Defendemos que quem educa são os educadores e os movimentos sociais organizados. Pelos mesmos motivos, recusamos qualquer ingerência religiosa e de entidades privadas vinculadas ao capital nas escolas. Todas essas lutas expressam o compromisso do ENE com o projeto de formação que a classe trabalhadora historicamente reivindica.

As lutas educacionais seguem vivas, intensas, na educação básica e superior; os movimentos têm recriado a problemática educacional, inserindo-a nas estratégias de suas lutas. O ENE, nesse sentido, se propõe a ser um espaço de unidade de ação para tornar as lutas pela educação pública qualitativamente superior capaz de alterar a correlação de forças na disputa dos rumos da educação pública. 

Os Eixos que norteiam os encontros preparatórios e o ENE:
1-Privatização e mercantilização da Educação: das creches a pós graduação;
2-Financiamento da Educação Pública;
3-Precarização das atividades dos trabalhadores da Educação;
4-Avaliação meritocrática na educação;
5-Democratização da educação;
6-Acesso e Permanência;
7-Passe Livre e Transporte Público. 


CONVIDAMOS TODOS A PARTICIPAREM DO ENCONTRO NACIONAL DE EDUCAÇÃO NOS DIAS 8, 9 e 10 DE AGOSTO NO RIO DE JANEIRO

inscrições: http://ene2014.wordpress.com/inscricoes/
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SEMANA 30 HORAS: DE 18 A 22 DE AGOSTO



OS FUNCIONÁRIOS DE APOIO ADMINISTRATIVO DE TODAS AS ESCOLAS E CENTROS DE EDUCAÇÃO INFANTIL DA REDE MUNICIPAL DE PETRÓPOLIS VÃO PROTESTAR CONTRA A CARGA HORÁRIA EXCESSIVA. 

30 HORAS JÁ!

QUEREMOS MELHORES CONDIÇÕES DE TRABALHO!

VAMOS MOSTRAR QUE É POSSÍVEL GARANTIR A QUALIDADE DO SERVIÇO E DIMINUIR A CARGA HORÁRIA! 

JUNTOS SOMOS FORTES, UNIDOS SOMOS IMBATÍVEIS!!!    

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quarta-feira, 4 de junho de 2014

PARALISAÇÃO DE 24 HORAS DA REDE MUNICIPAL


DIA 10 DE JUNHO 
  • 10:30  Reunião com o prefeito
  • 14:00  Assembleia na Praça da Liberdade
  • 18:30  Audiência Pública na Câmara Municipal
JUNTOS SOMOS FORTES!     



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